Acidente Vascular Encefálico na Pediatria

Acidente Vascular Encefálico na Pediatria

O Acidente Vascular Encefálico resulta de uma deficiência na irrigação sanguínea do cérebro. Existem dois tipos de AVE: o isquêmico e o hemorrágico.

O AVE isquêmico ocorre pela obstrução de uma das artérias do cérebro, que provoca a lesão do tecido cerebral que ficou sem o aporte sanguíneo adequado, porem apresenta maior sobrevida. Já o AVE hemorrágico ocorre por sangramento de uma das artérias do cérebro e parece apresentar menor número de sequelas, mas a mortalidade é maior.

Incidência

A incidência de AVE em crianças é menos frequente que nos adultos, cujas estatísticas mundiais são de 5 a 8 casos em mil habitantes por ano, mas já estão se tornado condições cada vez mais importantes devido à gravidade de suas complicações. Seu diagnóstico exige um alto grau de suspeita clínica, já que os sinais e sintomas manifestados inicialmente podem ter pouca especificidade, com apresentações clínicas de outras doenças neurológicas ou condições relacionadas ao sistema nervoso periférico.

Fatores de Risco

Os fatores de risco para AVE pediátrico são múltiplos e diferem daqueles do AVE do adulto (que inclui hipertensão, aterosclerose, tabagismo e obesidade), pois a maioria dos AVE isquêmicos agudos infantil tem uma doença de base como anemia falciforme e cardiopatias congênitas ou adquiridas, enquanto que as causas de AVE hemorrágico incluem malformações vasculares e trauma.

Após ocorrer a lesão cerebral, dificuldades motoras, sensoriais e comportamentais dificultam o dia-a-dia da criança e seus familiares, tornando-se obstáculos em suas rotinas. Então, métodos terapêuticos deve ser introduzidos para facilitar as atividades de vida diária e proporcionar uma melhor qualidade de vida a criança.

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